Balanço do Trabalha Brasil indica avanço do Jovem Aprendiz em 2025 e aponta espaço para novas contratações


Os dados da plataforma convergem com informações do governo federal, que apontam recorde histórico no número de aprendizes ativos

Ao longo de 2025, milhões de jovens acessaram a plataforma do Trabalha Brasil (TBR) em busca da primeira experiência profissional. No Rio de Janeiro, foram registradas mais de 360 mil visualizações de vagas e cerca de 3,2 milhões de candidaturas para posições de Jovem Aprendiz.

Em São Paulo, o volume ultrapassou 112 mil visualizações e 2,07 milhões de candidaturas. Minas Gerais, Pernambuco e Paraná também concentraram níveis elevados de interesse, o que indica que a procura pelo programa está distribuída entre diferentes regiões do país.

Para Kauã Leandro, gerente de Novos Negócios do TBR, esse comportamento sinaliza uma mudança estrutural na forma de ingresso dos jovens no mercado de trabalho.

“Os dados do Trabalha Brasil mostram que o Jovem Aprendiz se consolidou como o principal caminho de entrada dos jovens no emprego formal. A procura elevada indica alinhamento entre o modelo do programa e as expectativas dessa geração, que busca formação profissional e compatibilidade com os estudos”, afirma.

Do lado das empresas, os anúncios de vagas acompanharam a dinâmica da atividade econômica. Em 2025, São Paulo liderou o número de oportunidades publicadas no TBR, com 11.495 vagas, seguido por Rio de Janeiro (7.393), Minas Gerais (3.690), Paraná (3.317) e Pernambuco (2.669). 

Segundo Kauã Leandro, o avanço da oferta reflete um processo gradual de amadurecimento das organizações. “A aprendizagem profissional deixou de ser vista apenas como uma exigência legal. Muitas empresas passaram a incorporar o Jovem Aprendiz como parte da estratégia de formação e renovação da força de trabalho”, avalia.

Os dados do TBR dialogam com os números divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que registrou mais de 715 mil aprendizes ativos em novembro de 2025, o maior patamar da série histórica, segundo o Novo Caged.

A legislação obriga empresas de médio e grande porte a destinarem de 5% a 15% de seus postos a aprendizes, garantindo direitos trabalhistas, jornada compatível com os estudos e formação técnico-profissional. Para 2026, o governo federal prevê a manutenção das ações de estímulo ao programa, incluindo fiscalização do cumprimento das cotas e reajuste da remuneração dos aprendizes, atrelado ao salário mínimo. A expectativa é de continuidade da expansão do número de contratos, em um cenário de fortalecimento do emprego formal.

Na leitura do TBR, a combinação entre elevada procura dos jovens, oferta consistente de vagas e ambiente institucional favorável cria condições para a expansão da aprendizagem profissional ao longo de 2026. “Existe espaço para crescimento, com interesse contínuo dos jovens e disposição das empresas em ampliar seus programas”, conclui Leandro.

Trabalha Brasil

O Trabalha Brasil é composto por um time de mais de 100 profissionais de tecnologia e Recursos Humanos, que se dedicam para aprimorar a plataforma que atende cada vez mais as necessidades dos trabalhadores, que buscam dignidade financeira por meio do trabalho.

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